terça-feira, 28 de maio de 2013

2ª Aula de Campo na Praia Rochosa

Hoje, dia 28 de maio de 2013, regressámos à nossa praia rochosa para observar os seres que habitam as poças de maré.

 
Saímos da escola por volta das 9h30. O céu estava azul, com algumas nuvens e a temperatura bastante agradável.

Fomos a pé até ao nosso local de estudo, mas quando lá chegámos notámos algumas diferenças.

À beira mar estava muito mais frio, soprando uma nortada bastante desagradável. O areal estava mais limpo do que em novembro porque já se está a preparar a época balnear. Também estava mais extenso e com um relevo diferente em consequência das condições do mar durante o inverno e primavera que provocaram a deposição de grandes quantidades de areia. Por causa dessas mudanças, a primeira carreira de rochas de que nos aproximámos estava quase despovoada: não tinha algas, apenas se viam lapas agarradas aos penedos.
Seguimos para o seguinte e aí pudemos observar uma grande quantidade de seres vivos nas poças de maré: diferentes cores e tipos de algas, muitas anémonas multicores, colónias de cracas, mexilhões, lapas, burriés, minúsculos cabozes.

Ficámos admirados por não se ver um único ouriço-do-mar. Também não havia lesmas nem estrelas.
Enquanto os grupos se deslocavam às poças para realizar a observação, os restantes meninos e meninas completavam o guião de trabalho na “sala de aula da areia”. Registaram a temperatura ambiente e a da água numa poça, as condições meteorológicas, a aparência da areia e da água do mar. Também desenharam o que viam e, à medida que regressavam da observação da poça, assinalavam os seres vivos que tinham conseguido ver.
De repente, o céu começou a ficar carregado de nuvens escuras, o vento a soprar com mais força e, assim que o último grupo regressou da observação das poças de maré, achámos mais prudente voltar para a escola, antes que chovesse.
Foi uma pena o tempo não ter ajudado, mas de qualquer maneira gostámos muito de ver ao vivo os seres que andámos a estudar ao longo deste ano letivo.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Rimas numa poça de maré

Durante o 2º Período, aprendemos o que são as marés, porque acontecem, como variam e estudámos as difíceis condições de vida numa poça de maré:
As variações bruscas de temperatura;
A força das ondas e correntes;
A competição entre espécies num espaço limitado;
A variação da concentração de sal na água por ação da evaporação.
Conhecemos melhor alguns dos habitantes da nossa praia rochosa e ficámos a saber algumas das poderosas estratégias de sobrevivência que desenvolveram neste meio ambiente:
A camuflagem, a velocidade, os fortes mecanismos de fixação, o veneno paralizante, a capacidade de guardar na concha uma “poça privativa”, criar uma barreira de tinta para despistar os inimigos, voltar a fazer crescer braços amputados, …
Ficámos fascinados com as capacidades destes frágeis amiguinhos que por vezes tratámos tão mal durante as férias de verão.
Em jeito de homenagem, escrevemos este poema

 Rimas numa poça de maré
Era uma vez um polvo vivaço
Que com seus tentáculos dava um abraço.
Era uma vez uma anémona gulosa
Que era muito perigosa.
Era uma vez um caboz
Que tinha pintas e era veloz
Era uma vez um mexilhão
Que estava sempre agarrado ao chão.
Era uma vez uma lapa
Que tinha uma linda capa.
Era uma vez uma estrela pateta
Que nunca ficava maneta.
Era uma vez uma anémona que parecia uma flor
Mas se picava dava cá uma dor!…
Era uma vez um caranguejo
Que tocava castanholas, mas não sabia solfejo.
Era uma vez um polvo
Que nunca perdia o fôlego.
Era uma vez uma lapa prateada
Que estava sempre agarrada.
Era uma vez uma lesma do mar
Que tinha tinta para pintar
Era uma vez uma anémona vaidosa
Que era bonita mas também venenosa.
Era uma vez um ouriço-do-mar
Que gostava mesmo era de picar.
Era uma vez um polvo com pinta
Que quando fugia largava tinta.
Era uma vez uma estrela-do-mar
Que se partia e voltava a formar.
Era uma vez uma anémona perigosa
Que era muito bela, mas não era bondosa.
Era uma vez um camarão de vidro
Que nem precisava de ficar escondido.
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Aula de campo na Praia Rochosa de Buarcos



Nós festejámos os anos do senhor Rómulo de Carvalho numa visita de estudo à praia, durante a maré vazia.

De manhã, na escola, estivemos a preparar a nossa aula de campo.


Falámos de como nos devemos comportar, que material e vestuário a levar, dos cuidados a ter nas poças de maré, de como devemos preservar a biodiversidade marinha.

Depois a professora distribuiu um guião de trabalho a cada um de nós.

Da parte da tarde, realizámos a nossa visita.


Saímos da escola por volta das 13h30 e demorámos cerca de dez minutos a chegar à praia. 

Quando lá chegámos, as professoras desenharam no chão um retangulo e espetaram quatro paus nos cantos para fazer a nossa sala de aula. Ao nosso lado, mais ou menos a dez metros, estava um cão, deitado ao pé das coisas do seu dono pescador, que era muito bom aluno no comportamento.


Sentámo-nos, pegámos no nosso guião e começámos a observar o que se passava à nossa volta. Estava sol, poucas nuvens e uma temperatura agradável. Havia pouco vento. O mar estava azul acinzentado, com os penedos descobertos e alguma ondulação. Cheirava a maresia. Havia um pescador a pescar à linha e ao longe viam-se dois navios de carga.

Seguidamente, cada um desenhou na folha o que estava a ver. Reparámos bem nas cores para depois pintar os desenhos na escola.

Todos achámos que a praia estava muito bonita, mas o estado de limpeza não era muito bom: vimos muito lixo deixado pelas pessoas ou trazido pelo mar; também vimos vários pontos de esgoto que vão dar à praia.

Depois da observação, classificámos a nossa praia quanto às marcas que os seres humanos deixaram neste ambiente.

Outra atividade que realizámos foi de orientação: fizemos uma bússola de braços e, virados para o mar, marcámos na areia os pontos cardeais: à nossa frente o Oeste, nas costas o Este, na mão esquerda o Sul e na direita o Norte.

Por fim, saímos da nossa “sala de aula” na areia o percorremos a praia recolhendo objetos interessantes como: conchas e carapaças de animais, pedras de diferentes formas e cores, pedaços de madeira polida pela areia, etc.

Durante a pesquisa, encontrámos um peixe com uma forma estranha que tinha acabado de encalhar na areia. Observámos este lindo peixe: tinha um palmo de comprimento, era de cor brilhante, prateada na barriga e azulada  nas costas, tinha uma forma alongada e a boca em forma de bico. Estava muito fresquinho por isso a professora pegou nele e fomos perguntar o seu nome a um pescador.

Ele disse que era um peixe-agulha, muito bom para iscar ao polvo. 
Então nós demos o peixe ao pescador para ele usar como isco.
Como já estava na hora e tínhamos as tarefas do nosso guião cumpridas, regressámos à escola com os nossos tesouros da praia, felizes e contentes com a Semana da Ciência e da Tecnologia.




Turma M do 3º ano

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Semana da Ciência e da Tecnologia 2012

Olá a todos!
Este ano a EB1 do Serrado associa-se mais uma vez às comemorações da Semana da Ciência e da Tecnologia.

Desta vez, organizamos uma aula de campo na praia de Buarcos, dia 21 de Novembro, entre as 13h30 e as 15h15, para observação das poças de maré (seres vivos e habitats), orientada pelo respetivo guia de trabalho de campo.

Brevemente voltaremos para contar como foi.

Nota: O evento está dependente das condições meteorológicas e estado do mar, podendo ser alterada a data de realização caso se verifiquem condições adversas 

terça-feira, 21 de junho de 2011

A visita à praia - 3º ano


Na 4ª Feira, dia 1 de Junho, às 9h fomos fazer uma visita de estudo à Praia de Buarcos.
Nós fomos lá para observar os seres das poças de maré e também para descobrir melhor a nossa praia.
Observámos imensos seres das poças de maré e esses seres são: mexilhão, burrié, lapa, camarão, algas azuis, algas verdes, algas castanhas. Cada grupo recolheu alguns para uma bacia branca e assim ainda foi melhor porque pudemos observá-los mais de perto sentados na areia.Fui à praia com os meus colegas da escola e fomos acima das rochas e vimos nas poças muitos seres vivos. O mar estava muito azul e gostámos muito, mas o queestragou tudo foi o vento.

Na Praia de Buarcos vimos muitos animais do mar, num tabuleiro grande, após os termos recolhido das poças. Com o termómetro verificámos a temperatura da água do mar. A temperatura na poça de maré era 20ºC. A temperatura no mar aberto era 18ºC.
O dia estava de sol, com um pouco de vento, mas foi muito divertido e gostei muito.

Na visita á praia gostei de apanhar alguns seres vivos. Depois sentimos o ouriço-do-mar amexer-se na palma da mão. O João Luís disse que ele fez chichi. O Tomás riu-se muito com cócegas.
("clicar" sobre as imagens para abrir o video realizado pelo Marco)

No dia 1 de Junho fui à praia com a minha turma e a turma do 4º ano. Nas poças apanhámos alguns animais e algas que metemos num balde para os podermos observar melhor. Vimos a temperatura da água do mar dentro e fora das poças. Após a observação, devolvemos os seres vivos ao mar, apanhámos conchas e voltámos para a escola.
Fomos aos penedos e observámos dois cabozes, quatro camarões, uma anémona, muitos ouriços, alface do mar e um códio.
Eu molhei as mãos.

Foi muito giro, só que estava muito vento. O primeiro grupo apanhou um burrié e algas de várias cores. O vento batia nas nossas costas. O nosso grupo pegou um ouriço, um camarão e um caboz. Eu estava com os ouvidos cheios de areia. Nas poças a água estava a 20ºC. No mar estava a 18ºC.
Fui à praia há uns dias atrás. Lembro-me de haver vento forte. Cada grupo foi procurar seres vivos. Foram encontrados camarões, ouriços, anémonas, etc., etc.
Tínhamos que completar o caderno de trabalho com os seres que encontrámos, metemos num balde e foram fotografados. Depois voltaram para o mar.

Chegámos à praia e fizemos a nossa sala de aula com quatro canas espetadas na areia. A professora chamou-me a mim, à Marta, ao Luís e à Beatriz para irmos apanhar alguns animais aos penedos. Depois foi o segundo grupo, a seguir o terceiro e por fim o quarto.
Juntámos os animais todos num tabuleiro com água do mar e todos puderam agarrar o ouriço. Depois libertámos nas rochas todos os seres vivos.
Para lembrança trouxemos conchas.
Quando chegámos à praia estava muito vento. Depois, a professora fez uma sala de aula na areia.
A seguir, a professora Conceição fez muitos grupos para irmos ver as poças de maré. Cada grupo trazia um ser vivo. Depois de lancharmos, ainda tínhamos os nosso guia de trabalho para terminar.
A seguir passou um comboio azul dos turistas e consegui a tempo fazer uma fotografia.
E voltámos para a escola!
Foi muito divertido!

3º ano da Prof, Conceição

Relatório da visita à praia rochosa de Buarcos

No dia 1 de Junho, a nossa turma foi fazer um estudo «in loco» nas poças de maré da praia de Buarcos.
Foi uma grande oportunidade para observar e explorar a biodiversidade marinha na nossa localidade!
Em grupos de quatro, observámos em ambiente natural, algas de espécies diferentes, anémonas, camarões, burriés, ouriços-do-mar, dois caboz «Gobius paganellus», lapas «Gastrópodes» e mexilhões «mytilus galloprovincialis».
Para além dos organismos vivos, recolhemos carapaças de animais mortos, algas soltas à beira-mar, rochas e sedimentos.
Ficámos surpreendidos por verificar que ainda há seres humanos com falta de civismo, que deixam o lixo por ondepassam.
Foram colocados, pela professora Maria da Luz, dois termómetros; um numa poça de maré, outro no mar, para comparar e constatar as diferentes temperaturas da água (poças-20ºc; mar-18ºc)


As condição atmosféricas registadas neste dia eram as melhores para esta saída de campo: estava sol e vento fraco.
Enquanto esperávamos pelos grupos que se encontravam nas poças, fizemos a orientação geográfica, desenhando a rosa-dos-ventos na areia a partir da localização do ponto cardeal «oeste» estava à nossa frente o “ Oceano”.
Depois das nossas pesquisas, ficamos a saber que a maior parte da costa portuguesa é formada por praias arenosas.
A areia é formada por pequenos sedimentos – quatzo, calcário e feldspato.
Na nossa praia rochosa, encontrámos muitas conchas vazias de bivaldes e caracóis: amêijoa,
beijinho, berbigão, burrié, lapa e mexilhões. Também descobrimos algas que foram arrancadas
pelas ondas (alface-do-mar, laminária).
Agora com todo o material recolhido, iremos observá-los e examiná-los ao microscópio ou lupa binócular.
Finalmente, a turma organizará uma exposição com o material recolhido.
Turma P 4ºano, Prof. Ondina

Conversas numa Poça de Maré

Para pôr em jogo os conhecimentos adquiridos ao longo do projecto, combinámos fazer um trabalho de pares em que os alunos criassem um diálogo entre dois habitantes das poças de maré. Primeiro cada um escolheu a personagem que iria desenvolver, tendo a estrela do mar recebido as preferências da maioria.
Em seguida, cada aluno recolheu imagens e informações que partilhou com a turma na aula seguinte.
Na fase seguinte os pares de alunos reuniam-se e depois de desenharem os seres vivos escolhidos, construíram com o seu par um diálogo onde se espelhassem alguns dos conhecimentos adquiridos ao longo do ano e na investigação sobre as características sobre o seu personagem.
Depois, construíram pequenas marionetas em plasticina com as quais dramatizaram o diálogo. Em conjunto, construímos um cenário apropriado e realizámos uma pequena história em formato multimédia que cada um vai levar consigo em CD, no final do ano.


3º ano da Prof. Conceição

Condições de vida numa poça de maré: salinidade

A salinidade
Outra das condições que varia com as marés é a concentração de sal na água do mar. Sobretudo no Verão, com o sol e vento forte, a água das poças evapora-se rapidamente, ficando o mesmo sal em menos água pelo que se torna mais concentrado. Também para abordar estas noções – dissolução, evaporação – resolvemos realizar uma actividade experimental.
Dissolvemos uma mesma quantidade de sal em diferentes porções de água e verificámos as diferenças através do paladar. Comparámos com o que acontecia numa poça á medida que a água se evaporava.

Mas alguém levantou a questão: “então e se o sal também se evapora?”
Por isso realizámos uma experiência de evaporação lenta de água do mar em que os alunos conseguiram observar todo o processo, dentro da sala de aula, ao longo de dois meses.
No final da experiência, quando toda a água se evaporou, constataram que o sal dissolvido na água não se evaporou. Com o microscópio, observaram ao os bonitos cristais que se formaram no fundo do recipiente, comparando-os com os do pacote de sal das nossas salinas da Ilha da Morraceira. 3º ano da Prof. Conceição

Condições de vida numa poça de maré: temperatura

Partindo do conhecimento de que as marés mudam duas vezes por dia, começámos a pensar o que varia, de uma maré para a outra, nas condições de vida destes seres.

A Temperatura
Uma das razões pelas quais gostamos mais da nossa praia na maré vaza é porque a água das poças é mais quentinha do que no mar aberto. Mas nem todos os seres vivos têm a capacidade de se adaptar a mudanças tão bruscas e repentinas. É como se as estações do ano mudassem de seis em seis horas! Assim, a primeira condição de que falámos foi a temperatura.
Falámos do que sabemos sobre temperatura, em que circunstâncias da vida diária falamos de temperatura e quais os instrumentos que servem para a medir. Ninguém sabia em que unidades se mede a temperatura. Nesse dia o TPC foi assistir ao boletim meteorológico da TV e registar o que se dissesse relativamente a este assunto.
Na aula seguinte toda a gente sabia que a temperatura se mede em graus.

Para percebermos melhor do que estávamos a falar, realizámos uma pequena experiência onde abordámos, de uma forma muito simples, os conceitos de sensação térmica e temperatura.

Tínhamos três recipientes iguais e uma ficha de registo.
No recipiente A colocámos água com cubos de gelo;
No recipiente B colocámos água aquecida;
No recipiente C colocámos água à temperatura ambiente.
Primeiro, com um termómetro mediu-se a temperatura da água em cada recipiente e registou-se na ficha de trabalho.
Seguidamente dividiu-se a turma em dois grupos:

I
Um grupo de meninos colocava a mão durante alguns minutos no recipiente A e registava a sua sensação: gelada.
Depois colocava a mesma mão no recipiente C e registava a sensação: morna.

II
Outro grupo de meninos colocava a mão durante alguns minutos no recipiente B e registava a sua sensação: quente.
A seguir colocava a mesma mão no recipiente C e registava a sensação: gelada.

Para o grupo - I a água do recipiente C estava morna e para o grupo - II estava gelada. Gerou-se uma grande discussão sobre quem estava enganado.


Para acabar com a polémica, a professora pediu que cada menino colocasse uma mão no recipiente A, outra no recipiente B e que após alguns minutos colocasse as duas mãos no recipiente C. Foi muito divertido porque cada mão dava uma sensação térmica diferente da água à mesma temperatura.

No final conseguimos perceber a diferença entre temperatura e sensação térmica:

Temperatura mede-se em graus com um termómetro e é uma grandeza física.

Sensação térmica é a percepção que temos da temperatura e é influenciada pela temperatura ambiente e por outros factores como vento e humidade.



3º ano da Prof. Conceição

Um Jardim Animal

Habitantes das poças de maré
Continuando a seguir as “pistas” do nosso livro, fomos fazer uma lista dos seres que nós já conhecemos das poças formadas nos rochedos pela maré vazia. Começámos pelos amigos da Menina do Mar - o polvo, o caranguejo e o peixe – mas lembrámo-nos de muitos outros: a estrela do ar, o búzio, o burrié, a anémona, o camarão, a tintureira, o ouriço do mar, a lapa, o mexilhão, o percebe e algas de diferentes cores e feitios. A anémona despoletou alguma discussão porque uma parte da turma achava que era uma planta e outra achava que era um animal.
Depois de investigarmos sobre este interessante ser vivo concluímos que se trata de um animal.
Aprendemos algumas coisas sobre as suas características e por fim construímos anémonas com lã, papel de lustro e o interior de rolos de papel higiénico. O resultado foi um lindo “jardim” animal.
3º ano da Prof. Conceição

O que provoca as marés?

Do trabalho anterior, surgiu outra pergunta:
Mas porque é que há marés? O que as provoca?


Esta questão deu origem a pesquisas em diferentes fontes de informação: em enciclopédias (em papel e CD-ROM), na Internet, livros temáticos, manuais escolares, ...

Na aula seguinte cada aluno partilhou com a turma as suas informações. Falámos de muitas coisas interessantes que ainda não conhecemos muito bem, como por exemplo o movimento dos planetas, as fases da lua, forças de atracção, etc.
Deu “pano para mangas” como se costuma dizer!
Depois de debater os assuntos e de algumas exemplificações com o globo terrestre e nós mesmos a fazer de corpos celestes no espaço, redigimos esta síntese dos textos recolhidos:


“O que provoca as marés é a força de atracção gerada pelo movimento da Terra, e da Lua.”

Gostámos muito deste trabalho porque ficámos curiosos e com vontade de conhecer mais sobre o assunto.


3º ano da Prof. Conceição

As marés

Por causa da história da Menina do Mar falámos da maré vazia. Mas afinal o que São as marés? Depois de pensar um pouco, registámos as nossas opiniões:
“São ondas que sobem e descem”
“São um monte de água salgada com animais marinhos, há cheias e vazias”
“São dois tipos de mar: a maré cheia e a vazia”


Então resolvemos levar a pergunta para as nossas famílias, pois muitos dos nossos familiares e amigos passaram grande parte da sua vida no mar e conhecem-no bem.
Na aula seguinte, com a colaboração de todos, chegámos à seguinte conclusão:
“As marés são o movimento do mar. Quando a água avança para terra é maré alta. Quando recua é maré vaza."


Isto acontece duas vezes por dia para cada maré. Assim, o mar leva seis horas a avançar até ao máximo da maré cheia e leva outras seis horas a recuar ao máximo da maré vazia”.

3º ano da Prof. Conceição

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Homem que fazes tu à Terra?

Os meninos e meninas do 4º ano realizaram trabalhos de investigação e reflexão sobre a utilização dos recursos naturais pelo homem, com especial preocupação pelo ciclo da água.
Nesse âmbito, e durante as férias do Natal, o Diogo construiu uma apresentação que gostaríamos de partilhar com todos.
Aqui fica o resultado do seu trabalho, bem como a ligação para a música que escolheu para o enquadrar :
Esperamos que gostem e aproveitamos para desejar um Feliz 2011, com mais respeito pelo nosso planeta

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Apresentação da Turma P, 4º ano

Olá a todos!
Esta é a nossa escola, a EB1 de Serrado.
Fica localizada em Buarcos.

Somos a turma P do 4ºano e o projecto que iremos desenvolver “A menina do Mar, Ecossistemas Marinhos” dará grande relevância ao domínio da leitura e da escrita, pela sua importância na formação pessoal e social de todos nós, possibilitando-nos o prazer de falar, ler e escrever a Língua Materna.
Iremos também aprofundar os conhecimentos sobre a vida no mar e o ecossistema da praia rochosa do Cabo Mondego. Cada um de nós desempenhará um papel activo na construção do saber.
As leituras, as visitas de campo e as recolhas fazem parte da aprendizagem, divertimento, passatempo, criatividade na escrita, aquisição de valores e enriquecimento do “SABER FAZENDO”.
Este tema será desenvolvido em articulação com a Língua Portuguesa, PNL e os Projectos de Escola “Palavra a Palavra se Tece uma História” e “(In)formar para Crescer”, o Programa Nacional e as Competências definidas para o 4º ano de escolaridade.
Agora…só falta pôr as “mãos na massa”.
4ºano Turma P (professora Ondina Paiva)

Apresentação da Turma N, 3º ano

Nós somos vinte alunos do 3º ano. As meninas são sete e os rapazes são treze.
A nossa professora chama-se Conceição e está connosco desde o nosso 1º ano.

Nós gostamos de participar em projectos novos e gostamos da Natureza.

Andamos numa escola muito bonita que é a Escola do Serrado. Tem sete salas de aula e é frequentada por cerca de cento e cinquenta alunos.
Fica situada na vila de Buarcos, a cem metros da praia.
A nossa praia é uma baía que na sua ponta norte tem rochedos à vista durante a maré vazia.

3º ano da Prof. Conceição

Participantes 2010 - 2011



Olá amigos!

Depois de todas as emoções vividas no ano anterior, cá estamos de novo a participar neste projecto sobre a nossa querida praia rochosa.

Este ano, a EB1 do Serrado "embarca" com duas turmas: o 3º ano da Prof. Conceição e o 4º ano da Prof. Ondina.
Seguem-se as respectivas apresentações.

Desejamos a todos

Boas Ondas!

terça-feira, 1 de junho de 2010

O prémio

Hoje, Dia Mundial da Criança, recebemos o prémio que nos foi atribuído pela Ciência Viva no dia 22 de Maio, Dia Internacional da Biodiversidade.
Como não nos foi possível ir ao Pavilhão do Conhecimento nesse dia, enviámos pela Internet uma gravação com nosso testemunho que foi apresentada durante a cerimónia de entrega de prémios:
Hoje chegou pelo correio o nosso diploma, cinco livros de ciência para a nossa biblioteca, um DVD sobre a vida nos oceanos e uma caneta especial para cada um de nós.
Nós ficámos muito felizes e a nossa professora Andreia, que também nos apoiou neste projecto, estava toda orgulhosa do nosso trabalho.

Muito obrigada aos cientistas que nos ajudaram e ao Exploratório de Coimbra que orientou a nossa visita à praia rochosa.

Parabéns a todos os colegas que participaram connosco neste projecto!

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Visita à praia rochosa

No dia 26 de Maio, a nossa turma foi à praia rochosa de Buarcos durante a maré vazia, ver os seres vivos que habitam as poças de maré.
Chegados à praia, foi-nos entregue um guião para preenchermos no decorrer da visita. Depois, em grupos, fomos as rochas observar e fotografar as poças.
Pareciam pequenos aquários, de água muito límpida, onde vimos: anémonas, vários tipos de algas, burriés, ouriços do mar, lapas, lesmas do mar, peixes, caranguejos e mexilhões.
Após esta actividade, recolhemos restos de animais e algas, para posteriormente os observarmos, classificarmos e organizarmos um pequeno museu dentro da nossa sala de aula.
Trabalhámos muito, mas valeu a pena.
Com esta visita aprendemos a olhar com mais atenção o maravilhoso mundo natural que nos rodeia, a dar-lhe valor e a importância de o proteger para que nunca desapareça.

Aqui ficam as imagens da nossa manhã na praia de Buarcos e do trabalho, à tarde na sala de aula:


Afinal ainda há tesouros na Praia de Buarcos!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Visita de Estudo à Estação do Litoral da Aguda

No dia 20 de Março, a nossa turma fez uma visita de estudo à Estação do litoral da Aguda (ELA).
Ao chegarmos, presentearam-nos com um Conto do Mar, onde aprendemos a não poluir o mar e a reciclar. Nos quinze aquários que observámos atentamente, identificámos seres vivos que nos eram familiares, como por exemplo: estrela-do-mar, polvo, santola, azevia, robalo, mexilhão, faneca, dourada, camarão, lavagante, ouriço-do-mar, raia e linguado.
Continuámos a visita no Museu das Pescas, o qual contém mais de dois mil objectos de pesca artesanal do mundo, como: anzol, agulha, lança, arpão, odre, covo, espelho, fisga, gancho, nassa, entre muitos outros.
Alguns destes objectos já não eram novidade para nós, visto que quase todos temos algum familiar ligado à pesca.
Com esta visita realizámos uma viagem ao fundo do mar sem nos molharmos e aprofundámos os nossos conhecimentos sobre alguns assuntos que temos vindo a estudar.

Gostámos muito!


Autocolantes do Projecto

Para divulgar o projecto junto das nossas famílias e, simultaneamente, angariar fundos para a nossa viagem à Estação do litoral da Aguda, resolvemos criar um autocolante.

Primeiro a professora pediu que desenhássemos as nossas personagens preferidas da Menina do Mar, ou então os episódios da história que achássemos mais interessantes.
Depois pintámos os nossos desenhos de cores vivas e contornámos a caneta de feltro para resultar melhor ao digitalizar.
Seguidamente deveríamos fazer a votação dos mais bonitos para imprimir. Aí é que começaram as dificuldades porque os desenhos ficaram todos muito bonitos.
Então resolvemos imprimir todos e fazer uma colecção.
Em vez de fazer autocolantes, plastificámos com uma máquina e colocámos um pequeno íman. Ficou um bonito magnete para enfeitar o frigorífico ou outra superfície de metal.
Foi um êxito! Todos queriam mais do que um porque eles ficavam mais bonitos em conjunto por serem diferentes uns dos outros.
Assim divulgámos o nosso projecto, criando belas obras de arte.
Ah! E a nossa viagem vai ficar muito mais barata!