terça-feira, 21 de junho de 2011

A visita à praia - 3º ano


Na 4ª Feira, dia 1 de Junho, às 9h fomos fazer uma visita de estudo à Praia de Buarcos.
Nós fomos lá para observar os seres das poças de maré e também para descobrir melhor a nossa praia.
Observámos imensos seres das poças de maré e esses seres são: mexilhão, burrié, lapa, camarão, algas azuis, algas verdes, algas castanhas. Cada grupo recolheu alguns para uma bacia branca e assim ainda foi melhor porque pudemos observá-los mais de perto sentados na areia.Fui à praia com os meus colegas da escola e fomos acima das rochas e vimos nas poças muitos seres vivos. O mar estava muito azul e gostámos muito, mas o queestragou tudo foi o vento.

Na Praia de Buarcos vimos muitos animais do mar, num tabuleiro grande, após os termos recolhido das poças. Com o termómetro verificámos a temperatura da água do mar. A temperatura na poça de maré era 20ºC. A temperatura no mar aberto era 18ºC.
O dia estava de sol, com um pouco de vento, mas foi muito divertido e gostei muito.

Na visita á praia gostei de apanhar alguns seres vivos. Depois sentimos o ouriço-do-mar amexer-se na palma da mão. O João Luís disse que ele fez chichi. O Tomás riu-se muito com cócegas.
("clicar" sobre as imagens para abrir o video realizado pelo Marco)

No dia 1 de Junho fui à praia com a minha turma e a turma do 4º ano. Nas poças apanhámos alguns animais e algas que metemos num balde para os podermos observar melhor. Vimos a temperatura da água do mar dentro e fora das poças. Após a observação, devolvemos os seres vivos ao mar, apanhámos conchas e voltámos para a escola.
Fomos aos penedos e observámos dois cabozes, quatro camarões, uma anémona, muitos ouriços, alface do mar e um códio.
Eu molhei as mãos.

Foi muito giro, só que estava muito vento. O primeiro grupo apanhou um burrié e algas de várias cores. O vento batia nas nossas costas. O nosso grupo pegou um ouriço, um camarão e um caboz. Eu estava com os ouvidos cheios de areia. Nas poças a água estava a 20ºC. No mar estava a 18ºC.
Fui à praia há uns dias atrás. Lembro-me de haver vento forte. Cada grupo foi procurar seres vivos. Foram encontrados camarões, ouriços, anémonas, etc., etc.
Tínhamos que completar o caderno de trabalho com os seres que encontrámos, metemos num balde e foram fotografados. Depois voltaram para o mar.

Chegámos à praia e fizemos a nossa sala de aula com quatro canas espetadas na areia. A professora chamou-me a mim, à Marta, ao Luís e à Beatriz para irmos apanhar alguns animais aos penedos. Depois foi o segundo grupo, a seguir o terceiro e por fim o quarto.
Juntámos os animais todos num tabuleiro com água do mar e todos puderam agarrar o ouriço. Depois libertámos nas rochas todos os seres vivos.
Para lembrança trouxemos conchas.
Quando chegámos à praia estava muito vento. Depois, a professora fez uma sala de aula na areia.
A seguir, a professora Conceição fez muitos grupos para irmos ver as poças de maré. Cada grupo trazia um ser vivo. Depois de lancharmos, ainda tínhamos os nosso guia de trabalho para terminar.
A seguir passou um comboio azul dos turistas e consegui a tempo fazer uma fotografia.
E voltámos para a escola!
Foi muito divertido!

3º ano da Prof, Conceição

Relatório da visita à praia rochosa de Buarcos

No dia 1 de Junho, a nossa turma foi fazer um estudo «in loco» nas poças de maré da praia de Buarcos.
Foi uma grande oportunidade para observar e explorar a biodiversidade marinha na nossa localidade!
Em grupos de quatro, observámos em ambiente natural, algas de espécies diferentes, anémonas, camarões, burriés, ouriços-do-mar, dois caboz «Gobius paganellus», lapas «Gastrópodes» e mexilhões «mytilus galloprovincialis».
Para além dos organismos vivos, recolhemos carapaças de animais mortos, algas soltas à beira-mar, rochas e sedimentos.
Ficámos surpreendidos por verificar que ainda há seres humanos com falta de civismo, que deixam o lixo por ondepassam.
Foram colocados, pela professora Maria da Luz, dois termómetros; um numa poça de maré, outro no mar, para comparar e constatar as diferentes temperaturas da água (poças-20ºc; mar-18ºc)


As condição atmosféricas registadas neste dia eram as melhores para esta saída de campo: estava sol e vento fraco.
Enquanto esperávamos pelos grupos que se encontravam nas poças, fizemos a orientação geográfica, desenhando a rosa-dos-ventos na areia a partir da localização do ponto cardeal «oeste» estava à nossa frente o “ Oceano”.
Depois das nossas pesquisas, ficamos a saber que a maior parte da costa portuguesa é formada por praias arenosas.
A areia é formada por pequenos sedimentos – quatzo, calcário e feldspato.
Na nossa praia rochosa, encontrámos muitas conchas vazias de bivaldes e caracóis: amêijoa,
beijinho, berbigão, burrié, lapa e mexilhões. Também descobrimos algas que foram arrancadas
pelas ondas (alface-do-mar, laminária).
Agora com todo o material recolhido, iremos observá-los e examiná-los ao microscópio ou lupa binócular.
Finalmente, a turma organizará uma exposição com o material recolhido.
Turma P 4ºano, Prof. Ondina

Conversas numa Poça de Maré

Para pôr em jogo os conhecimentos adquiridos ao longo do projecto, combinámos fazer um trabalho de pares em que os alunos criassem um diálogo entre dois habitantes das poças de maré. Primeiro cada um escolheu a personagem que iria desenvolver, tendo a estrela do mar recebido as preferências da maioria.
Em seguida, cada aluno recolheu imagens e informações que partilhou com a turma na aula seguinte.
Na fase seguinte os pares de alunos reuniam-se e depois de desenharem os seres vivos escolhidos, construíram com o seu par um diálogo onde se espelhassem alguns dos conhecimentos adquiridos ao longo do ano e na investigação sobre as características sobre o seu personagem.
Depois, construíram pequenas marionetas em plasticina com as quais dramatizaram o diálogo. Em conjunto, construímos um cenário apropriado e realizámos uma pequena história em formato multimédia que cada um vai levar consigo em CD, no final do ano.


3º ano da Prof. Conceição

Condições de vida numa poça de maré: salinidade

A salinidade
Outra das condições que varia com as marés é a concentração de sal na água do mar. Sobretudo no Verão, com o sol e vento forte, a água das poças evapora-se rapidamente, ficando o mesmo sal em menos água pelo que se torna mais concentrado. Também para abordar estas noções – dissolução, evaporação – resolvemos realizar uma actividade experimental.
Dissolvemos uma mesma quantidade de sal em diferentes porções de água e verificámos as diferenças através do paladar. Comparámos com o que acontecia numa poça á medida que a água se evaporava.

Mas alguém levantou a questão: “então e se o sal também se evapora?”
Por isso realizámos uma experiência de evaporação lenta de água do mar em que os alunos conseguiram observar todo o processo, dentro da sala de aula, ao longo de dois meses.
No final da experiência, quando toda a água se evaporou, constataram que o sal dissolvido na água não se evaporou. Com o microscópio, observaram ao os bonitos cristais que se formaram no fundo do recipiente, comparando-os com os do pacote de sal das nossas salinas da Ilha da Morraceira. 3º ano da Prof. Conceição

Condições de vida numa poça de maré: temperatura

Partindo do conhecimento de que as marés mudam duas vezes por dia, começámos a pensar o que varia, de uma maré para a outra, nas condições de vida destes seres.

A Temperatura
Uma das razões pelas quais gostamos mais da nossa praia na maré vaza é porque a água das poças é mais quentinha do que no mar aberto. Mas nem todos os seres vivos têm a capacidade de se adaptar a mudanças tão bruscas e repentinas. É como se as estações do ano mudassem de seis em seis horas! Assim, a primeira condição de que falámos foi a temperatura.
Falámos do que sabemos sobre temperatura, em que circunstâncias da vida diária falamos de temperatura e quais os instrumentos que servem para a medir. Ninguém sabia em que unidades se mede a temperatura. Nesse dia o TPC foi assistir ao boletim meteorológico da TV e registar o que se dissesse relativamente a este assunto.
Na aula seguinte toda a gente sabia que a temperatura se mede em graus.

Para percebermos melhor do que estávamos a falar, realizámos uma pequena experiência onde abordámos, de uma forma muito simples, os conceitos de sensação térmica e temperatura.

Tínhamos três recipientes iguais e uma ficha de registo.
No recipiente A colocámos água com cubos de gelo;
No recipiente B colocámos água aquecida;
No recipiente C colocámos água à temperatura ambiente.
Primeiro, com um termómetro mediu-se a temperatura da água em cada recipiente e registou-se na ficha de trabalho.
Seguidamente dividiu-se a turma em dois grupos:

I
Um grupo de meninos colocava a mão durante alguns minutos no recipiente A e registava a sua sensação: gelada.
Depois colocava a mesma mão no recipiente C e registava a sensação: morna.

II
Outro grupo de meninos colocava a mão durante alguns minutos no recipiente B e registava a sua sensação: quente.
A seguir colocava a mesma mão no recipiente C e registava a sensação: gelada.

Para o grupo - I a água do recipiente C estava morna e para o grupo - II estava gelada. Gerou-se uma grande discussão sobre quem estava enganado.


Para acabar com a polémica, a professora pediu que cada menino colocasse uma mão no recipiente A, outra no recipiente B e que após alguns minutos colocasse as duas mãos no recipiente C. Foi muito divertido porque cada mão dava uma sensação térmica diferente da água à mesma temperatura.

No final conseguimos perceber a diferença entre temperatura e sensação térmica:

Temperatura mede-se em graus com um termómetro e é uma grandeza física.

Sensação térmica é a percepção que temos da temperatura e é influenciada pela temperatura ambiente e por outros factores como vento e humidade.



3º ano da Prof. Conceição