sexta-feira, 7 de maio de 2010

Diversidade de peixes

Observação das estruturas externas dos peixes
No dia 10 de Março, tal como tínhamos combinado, fomos observar os peixes que a mãe da Juliana nos ofereceu.A turma dividiu-se em 5 grupos e a cada grupo foi entregue um peixe diferente e uma ficha de registo das observações.
Os peixes eram: azevia, faneca, sardinha, carapau e pescada. A ficha foi adaptada a partir dos materiais do projecto que estão no site da Ciência Viva.
Cada grupo observou cuidadosamente o seu peixe, a olho nu, com a lupa e com o microscópio (20x e 60x), tentando responder à ficha que serviu de guia de trabalho.


No final, cada um comunicou à turma os seus resultados.
Foi muito interessante porque, apesar de conhecermos estes peixes todos muito bem – já os comemos e vimos na banca do mercado muitas vezes – nunca tínhamos reparado nas suas características e diferenças.
Também não tínhamos reparados como são bonitas as suas escamas e cores.
Quando os voltámos a desenhar tinham muitas parecenças com o real. Já não eram como os do trabalho da aula anterior.


Gostámos muito desta actividade!

Os amigos da Menina do Mar


Depois de reflectirmos sobre o real e o imaginário na história da Menina do Mar, a professora pediu para falarmos do que conhecíamos acerca dos três amigos: o peixe, o polvo e o caranguejo.
Então, fomos desenhá-los à nossa maneira, sem copiar pelos colegas nem por imagens desses animais.Os desenhos ficaram muito bonitos: havia peixes, polvos e caranguejos muito diferentes uns dos outros.
Separámos os retratos dos três animais e começámos por observar as representações dos peixes.
Perante os trabalhos afixados no quadro, conversámos sobre as suas características físicas e discutimos a sua parecença com a realidade.
Nem todos eram da mesma opinião, por isso combinámos trazer para a aula peixes de diferentes espécies para os observar com todo o cuidado.
É isso que vamos fazer na próxima aula de projecto.

terça-feira, 2 de março de 2010

O real e o imaginário

Continuando a ler mais um capítulo da nossa história, chegamos ao momento em que o Menino apresenta à Menina do Mar as “coisas” da Terra.

Gostámos muito desta parte porque nunca tínhamos pensado que as que o Menino escolheu podiam ser tão especiais:

A rosa perfumada, o fogo e o vinho.

Por causa da rosa, falámos da saudade que é a tristeza que fica em nós quando as coisas de que gostamos se vão embora”. Conversámos sobre os nossos sentimentos e as emoções que temos passado este ano lectivo.

Quanto ao fogo, apreciámos a sua beleza e importância para todos nós. Mas também reflectimos sobre os perigos de acender um fósforo na realidade porque "o fogo é alegre mas queima".

A propósito do vinho, debatemos se era ou não próprio para as crianças. O menino, embora o tenha dado a provar à Menina do Mar, disse: “mas o seu sabor não o sei contar”.

Para que não restassem dúvidas sobre o que deve acontecer na realidade, visitámos o blogue dos nossos colegas do 4º N. Eles fizeram vinho na sala de aula e convidaram a Dr.ª Susana Montenegro, nutricionista do Centro de Saúde, para lhes falar sobre o consumo de bebidas alcoólicas.

Aprendemos muitas coisas interessantes nesta aula como por exemplo que o vinho é importante para a cultura e a economia de um pais, mas que só os adultos saudáveis o podem beber e sempre com moderação.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Retratos

Depois de construirmos os cenários onde decorre a história da Menina do Mar, escutámos mais um capítulo do conto.
De olhos fechados, deixámos que as palavras fossem criando imagens na nossa imaginação.
No final deste trecho tínhamos conhecido a personagem principal.

Ao contrario dos cenários, ecossistema da praia rochosa que existe na realidade, a Menina do Mar pertence ao mundo da fantasia, por isso seria impossível encontrar imagens reais dela.
Então, a professora pediu que a desenhássemos tal como a tínhamos imaginado.
Ficaram assim os nossos retratos da Menina do Mar


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Luto


Hoje perdemos a professora Manuela.
A tristeza invadiu os nossos corações e não há palavras que traduzam aquilo que sentimos neste momento.
O que aprendemos com ela vai acompanhar-nos o resto da vida.
Obrigada professora!
Até sempre querida amiga.